Meus irmãos, Deus nos ampare.
O Plano Espiritual está unido a vocês, vibrando com
amor, fé e muita coragem pela ampliação do espaço
físico da Casa Paulo e Estêvão. É a caridade
falando a cada coração, para que a Casa possa se tornar
um abrigo maior de luz, de orientação e fraternidade
para tantos que a procuram. Sugerimos aos dirigentes que se unam ao
redor do bom senso, da oração e da confiança
para promover a conscientização de todos os trabalhadores
sobre a necessidade do auxílio, da doação espontânea,
para que, unidos, alcancem o êxito desejado. Mas deve ser uma
união real e não simulada, convencional, da qual não
participa o coração.
Há uma infinita carência de amor pedindo auxílio!
E se pudermos, em nome de Jesus Cristo, socorrer essas almas, façamos
a nossa parte saciando-lhes a fome do saber, da orientação
e da fé, porque todas elas são doentes em busca de alívio.
Sejamos os discípulos de Jesus, fiéis ao seu amor e
aos seus ensinamentos, lenindo dores, enxugando lágrimas, consolando
e exortando todos à paciência, sobretudo nos momentos
cruciais das provações.
É nosso dever esclarecer aos sofridos que a cura começa
na dor. Deste lado, estamos apostos sob o olhar amoroso do Mestre,
ajudando no que for possível para a expansão física
e espiritual da Casa. As vossas e as nossas mãos se confundem
na energia da vontade ativa. Mas a Casa em si, o templo de pedra,
de nada adianta se não se instalar nos espaços ilimitados
do Evangelho ensinado e exemplificado por Jesus.
Aí estará a verdadeira expansão, o êxito
real da Doutrina Espírita. Que a luz divina fulgure bem no
alto dessa Casa, semelhante a um farol varrendo as sombras da dor,
da ignorância, do desespero e guiando os viajores de pés
sagrando, encarnados e desencarnados, a um lugar seguro no coração,
onde repousem de suas jornadas e encontrem a paz para prosseguir na
direção do grande amanhã.
Deus os abençôe,
Gabriel